São João da Madeira

Candidatura imprescindível

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Intervenção de Francisco Lopes, Comício, São João da Madeira

Mais de quatro centenas de pessoas encheram, sexta-feira, o Salão dos Bombeiros Voluntários de São João da Madeira, num comício marcado por uma forte participação de jovens, a quem Francisco Lopes apelou ao voto.

Elísio Santos, da Direcção Nacional da JCP, foi o primeiro a intervir num comício marcado por «alegria» e «confiança» numa candidatura «mais do que imprescindível neste momento que vivemos, uma situação económica e social de declínio nacional e injustiças para os mesmos, os que estudam e os que vivem do seu trabalho». «Esta candidatura aparece como uma lufada de ar fresco pelas opções que assume e pelos caminhos que propõe», salientou o jovem comunista, condenando os constantes ataques à escola pública, gratuita, de qualidade e democrata para todos, com o sufoco financeiro, a crescente elitização e privatização, de que o injusto sistema de propinas e o Processo de Bolonha são a causa mais catalisadora das desigualdades». Falou ainda do constante «ataque ao direito de trabalho com direitos, sendo que a precariedade atinge mais de 550 mil jovens, impedindo o mínimo de estabilidade numa realidade em que um em cada dois jovens com menos de 25 anos está nesta situação».
Antero Resende, do Partido Ecologista «Os Verdes», exigiu um «novo rumo para o País». «Precisamos de um novo timoneiro que é, sem dúvidas, Francisco Lopes, «um de nós, sangue do nosso sangue, que sente o que nós sentimos. A 23 de Janeiro vamos todos votar Francisco Lopes», frisou o ecologista.

Já Jorge Seabra, mandatário distrital da candidatura, lembrou que o País e o mundo vivem «uma gravíssima crise económica desencadeada pela especulação financeira que queimou enormes quantidades de dinheiro, numa época em que a capacidade de produção da riqueza atingiu patamares nunca antes alcançados». «Segundo a ONU, em 2010, e pela primeira vez na história da humanidade, a riqueza produzida poderia proporcionar uma vida sem fome e com conforto, a todos os habitantes do planeta. Contudo, em 2010, hipocritamente declarado pela União Europeia como o Ano Europeu Contra a Pobreza, aumentou impiedosamente o número de pobres, como consequência do aumento do desemprego, da baixa dos salários e de apoios sociais», denunciou, informando que «há alternativas», que «preciso outro caminho, e que essa mudança passa pela mudança do voto, dos que se sentem explorados e atraiçoados».

«Alternativa» que Francisco Lopes coloca a todo o povo português. «Estamos a suscitar o seu apoio e o seu voto nesta candidatura patriótica e de esquerda, dos trabalhadores, vinculada aos valores de Abril. Não é por terem votado no passado, neste ou naquele candidato, neste ou naquele partido, por terem esta ou aquela opção que, sendo trabalhadores, sendo jovens ou idosos, sendo empresários, a maioria do povo português, deixam de ser atingidos por esta politica de direita», afirmou.

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